O blog que pretende lutar contra a mais repugnante manifestação de bestialidade humana. Aqui, toureiros, forcados, ganadeiros, sádicos, pedófilos, bombistas suicidas, etc... Não são nada bem vindos. Se tourada é cultura, canibalismo é gastronomia
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
VIANA DO CASTELO - UMA CIDADE MAIS HUMANISTA

 

A Edilidade de Viana do Castelo decidiu hoje por maioria que se tornava oficialmente uma cidade Anti-taurina. Enquanto que na vizinha Espanha 53 municípios se autoproclamaram antitaurinos, Viana do Castelo ficará na história por ser a primeira em Portugal.
 
Passará a ser proibido qualquer espectáculo em espaços públicos ou privados que inclua a tortura e violentação de touros e cavalos.
 
Como referiu Moura “a medida faz todo o sentido por ir de encontro ao perfil de cidade saudável adoptado há mais de uma década, especialmente desde que o município integra as redes, portuguesa e europeia, de Cidades Saudáveis. Para além do respeito pelos direitos humanos, preservação do património natural e promoção dos valores ambientais, o executivo socialista considera que o espírito, de cidade moderna e progressista, deve estender-se ao respeito pelos direitos dos animais. A defesa dos direitos dos animais não é compatível com a realização de espectáculos de tortura, que provocam sofrimento injustificado”.
 
Ver notícia em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1367028
 
Póvoa do Varzim, seguirá brevemente os passos de Viana!!!
publicado por antitaurino às 18:31
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4 comentários:
De LM a 11 de Maio de 2009 às 00:41
Salvaterra de Magos (BE) vive intensamente em cada ano a Festa do Foral, dos Toiros e do Fandango, durante a qual se realizam manifestações taurinas, como toiradas, entradas e largadas de toiros, corridas de campinos e provas de cabrestos, para além de eventos onde o cavalo é rei. Azambuja, Coruche, Vila Franca de Xira, Golegã e Cartaxo são vivos exemplos de autarquias lideradas pelo PS e que apoiam ou co-organizam espectáculos taurinos, que incluem toiradas, entradas e largadas de toiros, provas hípicas, sendo que em alguns casos estes eventos alcançaram uma elevada projecção, que muito engrandece a terra e as suas gentes. As Festas do Colete Encarnado, as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo, a Feira de Maio ou a Festa do Campino e a Feira de S. Martinho, são disso eloquentes demonstrações. Chamusca, Moita do Ribatejo, Barrancos e Benavente, por exemplo, são autarquias cujos destinados estão confiadas a eleitos da CDU, mas que, igualmente, apoiam a Festa Brava, e, em alguns casos, contribuindo de forma decisiva na realização dos certames, em cujos programas se incluem as manifestações tauromáquicas, como são os casos da Festa da Ascensão ou das Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem, que devem muito da sua fama à componente taurina. Finalmente, também o PSD governa algumas autarquias onde a Festa Brava tem sido acarinhada e promovida, como são os casos de Santarém, das Caldas da Rainha e da Figueira da Foz, cidades onde a Festa Brava tem conhecido um expressivo apoio municipal, correspondendo à vontade assumida por larga maioria das respectivas populações. Aliás, não poderemos ignorar que, com base na matriz sócio-cultural influenciada pela tauromaquia foi constituída a Associação Nacional de Municípios Taurinos, em cujos órgãos sociais estão membros de todo o quadrante ideológico, pelo que se estranham as atitudes precipitadas e tendenciosas de alguns autarcas portugueses, entre os quais os dois referidos, mas a que junta também o edil de Cascais, António Capucho, que por acaso até é neto de um antigo cavaleiro tauromáquico, no auto-proclamado direito que dizem assistir-lhes pelo facto de haverem vencido as eleições nos respectivos concelhos. Como se todos os que votaram no partido vencedor se revissem nesta posição dos seus autarcas, pois, como se constata, esta não é uma decisão politico-partidária linear nem óbvia, mas, antes, é uma questão cultural e estética. Para mais, até parece que os autarcas de Viana do Castelo e de Braga se deixaram manipular por votações fraudulentas que multiplicaram os votos anti-taurinos, por via de uma habilidade informática, ao serviço de campanhas internacionais de objectivos puramente economicistas, o que se lamenta, tanto mais que agora movimentam-se localmente os aficionados que contestam as medidas tomadas, pelo espírito anti-democrático em que estas assentaram. Aguardamos para ver as cenas dos próximos capítulos. LM
De antitaurino a 11 de Maio de 2009 às 21:42
Estou demasiado cansado para lhe responder e assim, cobardemente, deixo-lhe o comentário de João Pereira Coutinho, Colunista que responde à questão que levanta.

Homens e animais
Touradas? Lamento. Não sou cliente. Os meus amigos conservadores nunca me perdoaram a traição. E dizem, inteiramente a sério, que eu me deixei levar pelos ‘direitos dos animais’. Absurdo.
A capacidade de formular e articular direitos é uma prerrogativa humana e apenas humana. Mas isso não significa que, precisamente pelo facto de sermos humanos, não tenhamos alguns deveres para com os animais. O mais básico de todos é não os torturar para gáudio das massas. A tourada pode ser uma tradição; mas nem todas as tradições são úteis, muito menos benignas. Isto faz de mim um proibicionista militante? Não faz. Proibições culturais deste tipo nunca devem vir de cima. Devem começar por baixo: pela capacidade da maioria em olhar para as touradas como os espectáculos primitivos que, na verdade, são.
De LM a 11 de Maio de 2009 às 00:42
A circunstância de algumas Câmaras Municipais terem declarado os respectivos municípios como anti-taurinos – numa atitude deliberativa de questionável legalidade política e de clara falta de respeito ético pela diferença de opinião – leva-nos a reflectir sobre este tão aliciante tema, posto que, esta questão está muito longe de ser pacífica entre os mais distintos quadrantes políticos e das respectivas lógicas partidárias. Viana do Castelo e Braga foram as edilidades que decidiram proibir a realização de espectáculos taurinos nos respectivos concelhos, invocando razões verdadeiramente estapafúrdias, na linha dos que não tendo, ou nem conhecendo, os fundamentos da razão, se limitam a gritar alto e a esbracejar muito para se fazerem notar. Enfim… Ora, vêm estes ilustres autarcas invocar que os seus concelhos integram a rede de Cidades Saudáveis, pelo que não é compatível com os objectivos de tal associação de cidades a realização de touradas, por serem espectáculos onde, no seu entendimento, se assiste à ofensa dos direitos dos animais, aos quais é infligida violência física. Como gostaria de poder aplaudir as decisões destes tão iminentes políticos se no desempenho das suas atribuições públicas fossem, assim, tão consequentes e agissem com tanta energia e convicção na defesa dos aspectos fundamentais para o bem-estar das pessoas, dos seus munícipes, e, como eu, simples cidadão, natural e residente numa cidade taurina, me congratularia – sem inveja! – com a qualidade de vida dos nossos concidadãos destes dois municípios minhotos, onde conto tantos amigos de longa data. Porém, a realidade é bem diferente e nestes, como em todos os demais concelhos portugueses, há carências e lacunas de extrema gravidade, que afectam sobremaneira as respectivas populações e até ofendem o texto constitucional e as directivas comunitárias, às quais estes ilustres autarcas fazem orelhas moucas e vistas cegas, pois, bem sabemos que é mais fácil proibir a realização de um espectáculo - que até não apreciam - do que criar as necessárias condições sociais, económicas, culturais e políticas para que todos os munícipes possam usufruir de uma vida tranquila, confortável e digna. Enfim, um concelho onde todos tivessem acesso à alimentação, à habitação, à segurança, à saúde, à educação, à cultura, ao cabo e ao resto, condições constitucionais, que deveriam ser imperativos de consciência moral e política para tão zelosos autarcas. Mas, o mais curioso, é que em todos os partidos políticos, com representação autárquica, há responsáveis políticos aficionados às tradições taurinas, proporcionando, assim, aos seus munícipes a oportunidade de viver grandes festejos populares em que a componente taurina está fortemente implantada, ou onde é mesmo a base desses certames.
De antitaurino a 11 de Maio de 2009 às 20:54
Novamente faço minhas as palavras de João Pereira Coutinho

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